Eu quero um amor que seja bom pra mim!!!
Quero um amor que seja cúmplice, necessário, amigo, companheiro...
Eu me amo e isso é o bastante para querer "um amor que seja bom pra mim".
O que darei em troca?
Nada! Amor não é doação, não é mercadoria de venda. Eu serei eu mesma! Assim como quero que meu amor seja ele mesmo. Não quero que me satisfaça, pois, se for pra me satisfazer, não é o amor que procuro. O amor que procuro é puro, é latente, é por ser, não por querer ser, por querer agradar.
Não quero um amor pra recordar... Quero um amor pra amar!
Migalhas já não me satisfazem... Pássaros é que gostam delas.
Amor tem de ser inteiro, completo... Acabo com qualquer sentimento que não seja bom pra mim. A solidão não mais me assusta. Pelo contrário, é ela que me fez e me faz me querer sempre mais e, por me querer, só aceito "um amor que seja bom pra mim".
Aprendi que eu não posso fazer ninguém me amar, embora eu possa me permitir ser amada... Amada do jeito que preciso ser e não do jeito que dizem me amar.
Mudei meu lema faz tempo. Hoje eu sei que é melhor ficar sozinha do que mal acompanhada. Até porque não estarei sozinha: estarei comigo! E meu amor é puro e verdadeiro!
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos.
O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de Sal em um copo d'água e bebesse. -"Qual é o gosto?" - perguntou o Mestre.
-"Ruim" - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse: -"Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: -"Qual é o gosto?"
-"Bom!" disse o rapaz.
-"Você sente o gosto do sal?" perguntou o Mestre.
-"Não" disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem, do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É Deixar de Ser copo para tornar-se um lago."
(Autor desconhecido)
-"Ruim" - disse o aprendiz.
O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago.
Então o velho disse: -"Beba um pouco dessa água".
Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: -"Qual é o gosto?"
-"Bom!" disse o rapaz.
-"Você sente o gosto do sal?" perguntou o Mestre.
-"Não" disse o jovem.
O Mestre então, sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:
"A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem, do que ao que você perdeu. Em outras palavras: É Deixar de Ser copo para tornar-se um lago."
(Autor desconhecido)
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Por que você escreve???
José Castello, biógrafo e escritor, na época trabalhava no jornal "O Globo", em um diálogo com Clarice Lispector:
José Castello. "— Por que você escreve?
Clarice Lispector "— Vou lhe responder com outra pergunta: — Por que você bebe água?"
José Castello "— Por que bebo água? Porque tenho sede."
Clarice Lispector"— Quer dizer que você bebe água para não morrer. Pois eu também: escrevo para me manter viva."
domingo, 5 de setembro de 2010
Não são as respostas que movem o mundo, são as perguntas!
Até hoje os cientistas discutem como a vida começou, se a opção sexual é definida pela genética e porque você boceja quando alguém boceja.
Os biólogos querem saber como os pássaros migram, e os nutricionistas se o ovo faz mal a saúde.
Até hoje não se tem certeza de onde viemos, os filósofos ainda querem entender quem somos e existem umas duzentas teorias para onde vamos.
Os economistas querem explicar as crises e os cientistas como o cérebro funciona.
Como você pode ver, não são as respostas que movem o mundo. São as perguntas!
Fonte: Futura, o canal do conhecimento.
Os biólogos querem saber como os pássaros migram, e os nutricionistas se o ovo faz mal a saúde.
Até hoje não se tem certeza de onde viemos, os filósofos ainda querem entender quem somos e existem umas duzentas teorias para onde vamos.
Os economistas querem explicar as crises e os cientistas como o cérebro funciona.
Como você pode ver, não são as respostas que movem o mundo. São as perguntas!
Fonte: Futura, o canal do conhecimento.
Estatutos do Homem.
Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade.
Agora vale a vida, e de mãos dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.
Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança.
Artigo IV
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.
Parágrafo único:
O homem, confiará no homem, como um menino confia em outro menino.
Thiago de Melo
Fica decretado que agora vale a verdade.
Agora vale a vida, e de mãos dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.
Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a esperança.
Artigo IV
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.
Parágrafo único:
O homem, confiará no homem, como um menino confia em outro menino.
Thiago de Melo
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